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	<title>ImageSurvey &#187; Sensores</title>
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	<description>Processamento de imagens na prática</description>
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		<item>
		<title>Nobel de Física 2009</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 14:32:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Bauermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Sensores]]></category>
		<category><![CDATA[câmeras digitais]]></category>
		<category><![CDATA[CCD]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabei de receber a notícia por email, como não poderia deixar de ser, de um físico! Saiu o resultado do prêmio Nobel de Física de 2009, e três pesquisadores vão dividir o prêmio. Charles Kao foi responsável pelo aperfeiçoamento das fibras ópticas que permitiu o uso dessa tecnologia para a transmissão de dados a longa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de receber a notícia por email, como não poderia deixar de ser, de um físico!</p>
<p>Saiu o resultado do prêmio <strong>Nobel de Física de 2009</strong>, e três pesquisadores vão dividir o prêmio.<br />
<strong><br />
Charles Kao</strong> foi responsável pelo aperfeiçoamento das fibras ópticas que permitiu o uso dessa tecnologia para a <strong>transmissão de dados a longa distância</strong>.</p>
<p><strong>Willam S. Boyle e George E. Smith</strong> inventaram o <a href="http://www.imagesurvey.com.br/2008/09/o-que-sao-sensores-ccds-e-como-eles-funcionam/">sensor CCD</a>, que permite o registro digital de imagens e que levou à substituição das câmeras fotográficas com filme pelas digitais.<br />
<span id="more-1789"></span></p>
<p>Não coloco link para a fonte porque uma pesquisa no google mostrou milhões de jornais (e alguns blogs) com a mesma notícia. Este post é só para registrar e comemorar a data, mesmo.</p>
<p>Os dois trabalhos premiados estão entre as tecnologias básicas que tornam possível muito do que fazemos hoje em nossa &#8220;vida virtual&#8221;, sem falar na área de pesquisa da qual trata este blog. <strong>O CCD trouxe as imagens para meio digital.</strong> Simples assim. Isso é o que torna possível processar, analisar e modificar imagens digitalmente.</p>
<p>É comum deixarmos de pensar em toda a pesquisa e trabalho que nos trouxe até aqui, mas dias como este estão aí para nos lembrar.</p>
<p>Até mais!</p>
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		<title>Câmera fotográfica Open Source</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 12:15:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Bauermann</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cientistas de Stanford anunciaram no mês passado que estão trabalhando em uma câmera fotográfica digital open-source. A ideia é dar flexibilidade a programadores, para que possam criar softwares que adicionem funcionalidades à câmera, já que as câmeras &#8220;proprietárias&#8221; não permitem isso. Vi a notícia no Meio Bit: Frankencamera &#8211; a primeira câmera Open Source do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cientistas de Stanford anunciaram no mês passado que estão trabalhando em uma câmera fotográfica digital open-source. A ideia é dar flexibilidade a programadores, para que possam criar softwares que adicionem funcionalidades à câmera, já que as câmeras &#8220;proprietárias&#8221; não permitem isso.<br />
<span id="more-1768"></span><br />
Vi a notícia no Meio Bit: <a href=" http://www.meiobit.com/fotografia/not-cias/frankencamera-a-primeira-c-mera-open-source-do-mundo" target="_blank">Frankencamera &#8211; a primeira câmera Open Source do mundo.</a> Segui o <a href="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=camera-digital-codigo-aberto-campos-fotografia&amp;id=010110090909" target="_blank">link para a fonte</a>, e acabei num beco sem saída&#8230;</p>
<p><strong>Protesto: Quando os Jornalistas vão aprender a fazer links?</strong></p>
<p>Tive que ir ao google (e usei o <a href="http://labs.mozilla.com/ubiquity/" target="_blank">ubiquity</a>, que faz disso uma tarefa de milissegundos) para encontrar a verdadeira FONTE. Aqui está:</p>
<p><a href="Open-source camera could revolutionize digital photography" target="_blank">Open-source camera could revolutionize digital photography</a></p>
<p>O vídeo, em inglês explica a ideia dos pesquisadores, e como eles estão trabalhando no projeto:</p>
<p><object width="480" height="295"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Psi_njPBryE&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x234900&#038;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Psi_njPBryE&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x234900&#038;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="295"></embed></object></p>
<p>A grande vantagem de ter uma câmera open-source é que você pode modificar o software, e personalizar coisas que até então nós simplesmente aceitamos. Hoje a gente escolhe a câmera entre os modelos que existem (e que podemos comprar). Quem sabe daqui um tempo, laboratórios e cientistas poderão captar suas imagens da maneira que bem quiserem. <strong>Conheço um físico que vai adorar isso&#8230;</strong></p>
<p>Sei, isso não parece ser para usuários comuns&#8230; e não é. Mas nada impede que venha a ser algum dia.</p>
<h2>Ah, as referencias e os detalhes técnicos</h2>
<p>A notícia original traz muitas informações para quem quiser se aprofundar no assunto. A Frankencamera (chamada assim por ser montada usando peças de várias outras) é parte do projeto <a href="http://graphics.stanford.edu/projects/camera-2.0/" target="_blank">Camera 2.0</a>. Lá você descobre quem financia o projeto e encontra algumas publicações relacionadas.</p>
<p><strong>Para quem se interessou e quer ter uma dessas&#8230;</strong> calma aí. A estimativa deles é começar a comercializar (não, open-source não é igual a free) em 12 ou 18 meses. E já avisaram, no <a href="http://graphics.stanford.edu/projects/camera-2.0/faq.html" target="_blank">FAQ</a>, que não será algo barato.</p>
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		<item>
		<title>Como captar imagens para processamento usando sua câmera digital</title>
		<link>http://www.imagesurvey.com.br/2009/05/como-captar-imagens-para-processamento-usando-sua-camera-digital/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 12:14:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Bauermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sensores]]></category>
		<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[câmeras digitais]]></category>
		<category><![CDATA[escala]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[ImageJ]]></category>
		<category><![CDATA[microscopia]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas vezes é preciso adquirir imagem com as ferramentas que temos, e nem sempre elas medem a escala sozinhas. Por isso aí vai um meio de adquirir imagens até mesmo com uma câmera comum, sem esquecer dos requisitos para que a imagem possa ser usada para medir aquilo que estamos fotografando.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A partir dos comentários de Esteban Nicolás e Frederico Lage Pinto, que recebi o artigo sobre <a href="http://www.imagesurvey.com.br/2009/02/tutorial-imagej-medicao-de-area-foliar/">medição de área foliar</a>, resolvi escrever este tutorial. Algumas vezes é preciso adquirir imagem com as ferramentas que temos, e nem sempre elas medem a escala sozinhas. Por isso aí vai um meio de adquirir imagens até mesmo com uma câmera comum, sem esquecer dos requisitos para que a imagem possa ser usada para medir aquilo que estamos fotografando.</p>
<h2>A câmera</h2>
<p>O tipo de câmera vai depender, primeiro, do seu orçamento. O <a href="http://meiobit.pop.com.br/fotografia" target="_blank">meio-bit fotografia</a> tem sempre as novidades dos últimos lançamentos-sonho-de-consumo, no caso de você precisar adquirir uma câmera. Mas nem todo mundo precisa da câmera mais sofisticada.</p>
<p>Para quem vai fotografar coisas realmente pequenas, é preciso dar atenção especial às lentes. Elas têm que ser próprias para macrofotografia. Para quem vai fotografar <strong>em ambiente fechado, o flash é fundamental</strong>. Repare: no exemplo que coloquei aqui, não seriam necessárias nem lentes especiais, nem flash.</p>
<h2>Iluminação</h2>
<div id="attachment_1477" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-1477" title="folhas com escala" src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2009/05/folhaescala2.jpg" alt="Exemplo deste tutorial: folhas, de novo..." width="300" height="324" /><p class="wp-caption-text">Exemplo deste tutorial: folhas, de novo...</p></div>
<p>Escolhi fotografar na varanda, próximo do meio-dia para não ter que me preocupar com a iluminação. Usei o que é de graça: o sol. Como está um pouco nublado, a luz difusa até reduziu as poucas sombras. Ficou quase perfeito.</p>
<p>A iluminação é importante para <strong>criar uma imagem fácil de segmentar</strong>. Se temos muitas sombras, elas se confundem com os objetos, e tornam-se um problema. O ideal é usar a iluminação vinda da mesma direção em que está a câmera como, por exemplo, o flash.</p>
<h2>A escala</h2>
<p>Para poder determinar a escala, coloquei meu escalímetro ao lado das folhas. É claro que você pode usar uma régua comum, ou ainda desenhar uma medida na folha de papel que vai servir de fundo. Se usar um microscópio, existem <em>escalinhas</em> próprias para isso. <strong>O importante é que alguma medida conhecida apareça na fotografia.</strong></p>
<h2>Agora sim, como se faz:</h2>
<p>Depois de importar a fotografia para o seu computador, salve em <a href="http://www.imagesurvey.com.br/2008/10/tiff-formato-de-imagens-sob-medida-para-aplicacoes-cientificas/">.tif </a>ou <a href="http://www.imagesurvey.com.br/2008/10/formato-png-web-edicao-e-processamento-de-imagens/">.png</a>. <a href="http://www.imagesurvey.com.br/2008/11/jpeg-imagens-para-ver-e-enviar/">Nunca trabalhe com arquivos .jpg</a> porque eles perdem informação cada vez que são salvos. Depois abra a imagem no <a href="http://www.imagesurvey.com.br/2009/02/como-usar-o-imagej/">ImageJ</a>. Começamos a partir daí:</p>
<div id="attachment_1480" class="wp-caption alignright" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1480" title="escala para imagens" src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2009/05/medindo.jpg" alt="Medição de um comprimento conhecido, com a ferramenta de medir linha." width="400" height="535" /><p class="wp-caption-text">Medição de um comprimento conhecido, com a ferramenta de medir linha.</p></div>
<ol>
<li>Certifique-se de que a imagem está <strong>sem escala</strong>: No menu <em>Analyse,</em> click em <em>Set Scale</em>. Quando o diálogo aparecer, clique em <em>Remove Scale</em>. Depois feche o diálogo.</li>
<li>Aproxime a sua imagem (zoom) na região em que aparece a escala.</li>
<li>Use a ferramenta de medir linha para saber alguma distância em pixels. No exemplo, usei 3 cm (30 mm). A medida vai aparecer abaixo do menu principal do ImageJ.</li>
<li>Abra de novo o diálogo Set Scale, e sua medida deve aparecer lá, na primeira caixa de texto. Preencha as outras como eu fiz e clique OK.</li>
</ol>
<div id="attachment_1481" class="wp-caption alignleft" style="width: 265px"><img class="size-full wp-image-1481" title="set scale ImageJ" src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2009/05/setscale.png" alt="Preenchimento do diálogo Set scale, do ImageJ." width="255" height="292" /><p class="wp-caption-text">Preenchimento do diálogo Set scale, do ImageJ.</p></div>
<h2>Só isso</h2>
<p>Note que o ImageJ calculou a escala e colocou na parte da baixo do diálogo, na unidade que eu escolhi. A partir de agora todas as medidas que o programa informar, vão estar em <strong>milímetros</strong>.</p>
<p>Se medir sobre a escala de novo terá sua medida real. Agora você <strong>pode usar a imagem para quaisquer medições</strong>. Se usou uma escala que ocupa espaço, como a minha, corte a imagem e tire ela de lá.</p>
<p>Agora você já pode <a href="http://www.imagesurvey.com.br/2009/02/tutorial-imagej-medicao-de-area-foliar/">medir as folhas</a>.</p>
<h2>Para processar em lote</h2>
<p>Se precisar de várias imagens, fixe a câmera, de forma que tenha sempre a mesma distância entre ela e os objetos que vai fotografar. Assim pode usar a mesma escala em todas as imagens.</p>
<p><strong>Crédito das imagens:</strong> são minhas.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Resolução espacial, ou o tamanho do pixel em imagens digitais</title>
		<link>http://www.imagesurvey.com.br/2009/03/resolucao-espacial-ou-o-tamanho-do-pixel-em-imagens-digitais/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 12:15:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Bauermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceitos em PDI]]></category>
		<category><![CDATA[Sensores]]></category>
		<category><![CDATA[CCD]]></category>
		<category><![CDATA[escala]]></category>
		<category><![CDATA[microscopia]]></category>
		<category><![CDATA[processamento de imagens]]></category>
		<category><![CDATA[sensoriamento remoto]]></category>

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		<description><![CDATA[Para entender de uma vez o que é resolução em uma imagem digital, e porque não adianta capturar a imagem sem pensar nisso e depois usar o zoom.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia alguém reclamou, em uma lista de discussão que eu acompanho, que ao dar zoom na sua imagem ela ficava &#8220;pixelizada&#8221; (é, essa palavra já existe&#8230; tem mais de 5 mil resultados no google). Perguntou se tinha como o programa resolver isso, para o zoom ficar mais &#8220;lisinho&#8221;, e ele poder medir circularidade, área, etc.</p>
<div id="attachment_1399" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1399" title="borboleta_amarela" src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2009/03/borboleta_amarela2-300x221.jpg" alt="borboleta_amarela" width="300" height="221" /><p class="wp-caption-text">Só um exemplo...</p></div>
<p>Quem já conhece imagens digitais há tempos achou engraçado (ou trágico&#8230; pobre criança), mas a verdade é que o conceito de imagem digital não está tão claro assim para a maioria das pessoas, quando elas iniciam seus primeiros projetos com o uso de imagens.</p>
<p>Para quem usa microscópio, é comum [inconscientemente] pensar no zoom como um aumento a mais, mas infelizmente não é assim que funciona. O nível de detalhes que se pode ver numa imagem depende de algo que se costuma chamar de <strong>resolução espacial</strong>, ou <strong>amostragem espacial</strong>. Se você reconheceu a palavra amostragem, está no caminho certo. Vamos a um exemplo prático:</p>
<h2>Uma linha</h2>
<p>Digamos que eu tenha desenhado uma linha com uma caneta em um pedaço de papel. Ela seria contínua. Observá-la com um microscópio poderia revelar imperfeiçoes do papel, áreas mais grassas ou finas,&#8230; mas nunca quadradinhos.  Os quadradinhos (pixels) aparecem quando se transfere para o formato <strong>digital / discreto</strong> uma informação que era <strong>analógica / contínua</strong>.</p>
<h2>Uma imagem</h2>
<p>No momento em que o sensor (<a href="http://www.imagesurvey.com.br/2008/09/o-que-sao-sensores-ccds-e-como-eles-funcionam/">ccd</a>, por exemplo) captura a imagem, acontece uma discretização da informação, para que ela possa ser representada digitalmente.</p>
<div id="attachment_1385" class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-1385" title="amostragem1" src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2009/03/amostragem1.jpg" alt="Como o sensore divide a imagem em..." width="400" height="300" /><p class="wp-caption-text">Como um sensor divide a imagem em porções discretas e coleta uma cor (média) para cada uma delas.</p></div>
<p>Imagine que a borboleta é real, não uma imagem. A imagem forma-se no sensor da câmera fotográfica. Este sensor tem a tarefa de dividir a imagem (que é contínua) em porções discretas, e capturar um valor de cor (na verdade 3, um para cada canal RGB) para cada uma destas porções discretas, chamadas de pixels.</p>
<p>Quanto mais pixels tiver a imagem final, ou seja, quanto maior for a resolução espacial, mais detalhes do objeto real podem ser observados na imagem.</p>
<p>Em microscopia, isto significa que <strong>todo o aumento necessário deve ser conseguido com o microscópio</strong>, para que se capture a imagem com resolução suficiente.</p>
<p><strong>E qual é a resolução suficiente?</strong> Isso depende so que se quer calcular/observar. Para quem precisa medir a área de alguns objetos com precisão de 0,001 mm quadrados, por exemplo, um píxel deve equivaler a, no máximo 0.001 mm quadrados.</p>
<h2>E a reamostragem?</h2>
<p>A maioria dos softwares possui um comando chamado de <strong>redimensionar</strong> ou <strong>reamostrar</strong>, ou <strong>resampling</strong>. esta ferramenta serve para alterar o temanho dos pixels. Mas ela não faz milagre. <strong>Não há como recuperar uma informação que nunca foi armazenada.</strong></p>
<p>O que o resampling faz é uma interpolação dos valores dos pixels para tornar a imagem esteticamente mais aceitável. Quando se quer dobrar ou triplicar o tamanho da imagem para ilustrar um artigo ou apresantação o resultado é bom.</p>
<div id="attachment_1386" class="wp-caption alignright" style="width: 357px"><img class="size-full wp-image-1386" title="reamostragem" src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2009/03/reamostragem.jpg" alt="Reamostragem da imagem obtida no exemplo." width="347" height="129" /><p class="wp-caption-text">Reamostragem da imagem obtida no exemplo.</p></div>
<p><strong>Já no meu exemplo com a borboleta&#8230;</strong></p>
<h2>As imagens de satélite</h2>
<p>Na área de Geoprocessamento, o conceito de resolução espacial faz parte do conhecimento básico que o usuáro precisa ter sobre a imagem que vai analisar.</p>
<p>Satélites possuem resoluções espaciais diferentes de acordo com o escopo para o qual foram consebidos. O <a href="http://www.cbers.inpe.br/" target="_blank">CBERS</a>, por exemplo, é um satélite para monitoramento de recursos naturais, com resolução em torno de 20 m quadrados por píxel. Isto é suficiente para identificar rios, lagos, florestas, queimadas, áreas agrícolas e áreas urbanas.</p>
<p>O <a href="http://www.geoeye.com/CorpSite/" target="_blank">GeoEye-1</a>, satélite comercial que deve fornecer imagens ao Google Earth em breve, é capaz de captar imagen com até 41 cm quadrados por píxel, o que significa ver casas, carros, ruas e, quem sabe o que mais. Estas imagens podem ser usadas para mepeamentos e monitoramentos urbanos específicos, para indicar o caminho da sua casa a um amigo que vem de longe, ou para ver o mundo&#8230; mas ainda não dá para ver o gabarito da prova pela janela da casa do seu professor (quem sabe daqui mais uns anos&#8230;).</p>
<p>Esse nível de resolução, usado em uma câmera que as pessoas não têm como saber para quem está apontada gera algumas reações nas pessoas e nos órgãos governamentais. Alguns atentam para o uso militar ou de espionagem&#8230; outros lembram que poderá ser possível localizar plantios de ervas proibidas. Indivíduos se preocupam com sua própria privacidade e segurança. O fato é que <a href="http://www.luli.com.br/2009/03/06/privacidade-e-mito-somos-todos-celebridades/" target="_blank">a privacidade está mesmo encolhendo&#8230;</a> (o link é <a href="http://www.ladybugbrazil.com/2009/03/21/achados-na-web-43/" target="_blank">dica da Ladybug</a>) mas esse já não é o assunto deste post. Talvez um outro dia.</p>
<p>Até mais!</p>
<p><strong>Crédito das imagens: </strong>As imagens são todas minhas.</p>
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		<item>
		<title>Ultrassonografia</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 11:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Bauermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imagens na medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Sensores]]></category>
		<category><![CDATA[imagens médicas]]></category>
		<category><![CDATA[Radiologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A ultrassonografia, é um método diagnóstico que aproveita o eco produzido pelo som para ver em tempo real as reflexões produzidas pelas estruturas e órgãos de um organismo, como o corpo humano, por exemplo. Este texto procura demonstrar de forma simples como esta técnica de imageamento funciona, e como as imagens produzidas por ela podem ser utilizadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>ultrassonografia</strong>, também chamada de exame de ultrassom, ou <strong>ecografia</strong>, é um método diagnóstico que aproveita o <a title="Eco" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eco" target="_blank">eco</a> produzido pelo <a title="Som" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Som" target="_blank">som</a> para ver em tempo real as reflexões produzidas pelas estruturas e órgãos de um organismo, como o corpo humano, por exemplo. Conforme a densidade e composição das estruturas do corpo que o som encontra, a atenuação (diminuição) e mudança de direção do sinal (som) varia. Por isso é possível a tradução do eco em uma escala de cinza, que formará a imagem dos órgãos internos.</p>
<div id="attachment_431" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-431" title="ultrassom" src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2008/11/ultrassom-300x206.jpg" alt="Ultrassom obstétrico." width="300" height="206" /><p class="wp-caption-text">Ultrassom obstétrico.</p></div>
<p>Por não utilizar radiação ionizante, como na <a title="Radiografia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Radiografia" target="_blank">radiografia</a> e na <a title="Tomografia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tomografia" target="_blank">tomografia</a> computadorizada, é um método inócuo, barato e ideal para avaliar gestantes e mulheres em idade procriativa.</p>
<p>Este texto procura demonstrar de forma simples como esta técnica de imageamento funciona, e como as imagens produzidas por ela podem ser utilizadas.</p>
<h2>De som para imagem</h2>
<p>A criação de uma imagem a partir de som se dá em 3 etapas: produção da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Onda_sonora" target="_blank">onda sonora</a>, recepção do eco e interpretação do eco recebido.</p>
<h3>A produção do som</h3>
<p>Uma onda sonora é produzida tipicamente por um transdutor piezoelétrico (se precisar de uma definição, <em>just google it</em>). Fortes e curtos pulsos elétricos originados no aparelho de ultrassom fazem com que o transdutor vibre, emitindo som em uma determinada frequência. O som é direcionado pelo formato do transdutor, um tipo de lente acoplada a ele, ou por sistemas mais complexos de controle. O direcionamento produz uma onda sonora em forma de arco. A onda se move para dentro do corpo do paciente e retorna, ao encontrar uma mudança na densidade do corpo, a uma determinada profundidade.</p>
<p>O som é parcialmente refletido (aí está o eco) pelas camadas formadas por diferentes tecidos do corpo. Especificamente, o som é refletido em qualquer lugar em que a densidade do corpo mude.</p>
<h3>Recepção dos ecos</h3>
<p>O retorno da onda sonora ao transdutor resulta no mesmo processo que foi necessário para emitir o som, só que ao contrário. O retorno das ondas sonoras faz vibrar o transdutor, que transforma as vibrações em pulsos elétricos que se deslocam para o scanner de ultrasson. O scanner processa os pulsos elétricos e os transforma em uma imagem digital.</p>
<h3>Formação da imagem</h3>
<p>O scanner sonográfico determina três informações de cada eco recebido:</p>
<p>1. Quanto tempo levou desde a transmissão até a recepção do eco.</p>
<p>2. A partir do intervalo de tempo, calcula a distância (profundidade) onde o foco se formou, possibilitando uma imagem nítida do eco na dada profundidade</p>
<p>3. Qual a intensidade do eco.</p>
<p>Quando o scanner sonográfico determina estas três informações, ele pode alocar cada pixel da imagem em uma intensidade.</p>
<h3>Outra forma de explicar&#8230;</h3>
<p>A transformação do sinal recebido em uma imagem pode ser explicada usando uma planilha como analogia. Imagine o transdutor localizado na primeira linha, ocupando várias colunas. Ele manda pulsos para baixo, em cada coluna da planilha. Então espera para ver quanto tempo cada pulso levou para retornar (eco).</p>
<p>Quando mais demorar, mais o sinal se deslocou para baixo na coluna correspondente. A intensidade do eco determina a cor que a célula vai ter (branco para um eco forte, preto para um muito fraco, e graduações de cinza para as intensidades intermediárias). Quando todos os ecos retornam e toda a informação é armazenada na planilha, a imagem está pronta.</p>
<h2>Software</h2>
<p>A maioria dos fabricantes de equipamentos já incluem o software no &#8220;pacote&#8221;.</p>
<div id="attachment_1369" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-1369" title="ultrossom4d" src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2009/03/ultrossom4d1-300x299.jpg" alt="Ultrassom obstétrico em &quot;4D&quot;" width="300" height="299" /><p class="wp-caption-text">Ultrassom obstétrico em &quot;4D&quot;</p></div>
<p>De posse da imagem gerada no equipamento, é possível processá-la em diferentes programas, desde que o programa original permita que se salve a imagem. O <strong>formato DICOM</strong> é o padrão para imagens médicas e, no caso do ultrassom, pode ser exportado como uma série temporal em um único arquivo dicom. No <a href="http://www.imagesurvey.com.br/2009/02/como-usar-o-imagej/">ImageJ</a>, por exemplo, ele abrirá como uma <em>stack</em>.</p>
<p>O principal entrave para o uso de técnicas de processamento e análise de imagens mais avançadas nestas imagens é o ruído. Por isso a pesquisa hoje se concentra em avançar em dois sentidos: técnicas que diminuam o ruído da imagem e técnicas que melhoram a visualização, para facilitar a observação humana dos exames.</p>
<p>O segundo tópico é mais proeminente, e gerou a tecnologia conhecida como Ultrassom 4D, que é a geração de uma imagem em 3 dimensões a partir do ultrassom (a quarta dimensão é o tempo, já que as imagens são geradas em tempo real).</p>
<p>No <a href="http://br.youtube.com/">YouTube</a>, quem procurar por ultrassom, ou ultrassonografia (ou o equivalente em inglês) encontra tantos exemplos de ultrassom quantos puder assistir.</p>
<h2>Crédito das imagens</h2>
<p>As duas imagens de ultrassom exibidas aqui são de <a href="http://www.flickr.com/photos/dongkwan/">VirtualErn</a>. Quem quiser conhecer o bebê depois de pronto é só visitar o link, que ele já nasceu.</p>
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		<title>Quem usa imagens de satélite?</title>
		<link>http://www.imagesurvey.com.br/2008/11/quem-usa-imagens-de-satelite/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 10:04:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Bauermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[Sensores]]></category>
		<category><![CDATA[sensoriamento remoto]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta semana recebi um email avisando que os resultados da pesquisa sobre o perfil dos usuários das imagens do satélite CBERS já está disponível em pdf. Participei porque em 2007, quando eles enviaram os formulários, eu estava usando estas imagens no meu trabalho de mestrado. 3.471 usuários responderam a pesquisa, de um total de 15.007 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta semana recebi um email avisando que os resultados da pesquisa sobre o perfil dos usuários das imagens do <a href="http://www.cbers.inpe.br/">satélite CBERS</a> já está disponível em pdf. Participei porque em 2007, quando eles enviaram os formulários, eu estava usando estas imagens no meu trabalho de mestrado. <strong>3.471 usuários</strong> responderam a pesquisa, de um total de 15.007 usuários ativos em 2007.</p>
<p>O CBERS é um programa de cooperação entre Brasil e China, que já enviou ao espaço 3 satélites para captação de imagens: CBERS-1, CBERS-2 e CBERS-2B.  As imagens geradas são adequadas principalmente para estudos sobre recursos naturais em grandes territórios, mas a pesquisa mostrou que estão sendo usadas para muitas outras finalidades.<br />
<span id="more-453"></span></p>
<p>Para brasileiros, as <strong>imagens são gratuitas</strong>, só é preciso se cadastrar no <a href="http://www.dgi.inpe.br/CDSR/">catálogo de imagens</a> e localizar as imagens de que precisa. Em alguns minutos você recebe um email com o endereço de ftp em que seu pedido está disponível &#8211; o resto depende da qualidade da sua conexão. No ano passado eu levava uns 5 minutos para baixar cada imagem (elas têm em torno de 43 MB).</p>
<p><img src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2008/11/portoalegre.jpg" alt="" title="portoalegre" width="300" height="374" class="alignleft size-full wp-image-462" /><br />
<em>Imagem de Porto Alegre/RS captada pelo CBERS-2, e editada por mim.</em></p>
<p>O <strong>objetivo</strong> da pesquisa era conhecer os usuários, as aplicações das imagens e o grau de satisfação quanto à qualidade das imagens e do serviço oferecido. </p>
<h2>Resultados</h2>
<p>A pesquisa revelou que mais de 63% dos usuários nasceu entre 1971 e 1987 (tinham entre 20 e 36 anos em 2007), e apenas 3,4% tinham mais de 57 anos nesta data. E 93% dos usuários têm, no mínimo, graduação. Estas informações caracterizam um grupo jovem, bem capacitado e confortável em trabalhar em áreas que envolvam tecnologia. Quanto à formação acadêmica, ganhou a geografia, seguida das engenharias agronômica e florestal. O quadro publicado mostra <strong>40 cursos</strong>, e no final o campo &#8220;Outros&#8221;.</p>
<p>Quanto às aplicações, a variedade também merece destaque. Foram identificadas <strong>52 atividades econômicas</strong>, mais o campo &#8220;outros&#8221;. Entre elas estão sensoriamento remoto, cartografia, estudos de degradação ambiental, topografia, agricultura, planejamento urbano, e outras menos óbvias como esportes, saúde, serviço social, e até decoração e arte.</p>
<p>Foram abordados também alguns aspectos econômicos, com destaque para a estimativa de economia pelas empresas/usuários por usarem imagens gratuitas, e não as que custam em torno de mil reais. Esta estimativa chegou à casa dos <strong>R$ 126 milhões anuais</strong> (somando todos os usuários).</p>
<p>Por último, a maioria dos usuários avaliou bem a qualidade geral das imagens, o tempo de download e o serviço, em geral. <strong>89.9% dos entrevistados avaliou como Boa ou Excelente a facilidade de encontrar as imagens no catálogo!</strong> Isto significa que, se alguém estiver precisando de um exemplo de catálogo que funciona, estude este.</p>
<h2>Fonte</h2>
<p><a href="http://www.dgi.inpe.br/pesquisa2007/galeria/linuxVerPublicacao.html">Relatório na íntegra</a>, e um kit de imagens para baixar.</p>
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		<title>Radiologia e diagnóstico por imagens</title>
		<link>http://www.imagesurvey.com.br/2008/11/radiologia-e-diagnostico-por-imagens/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 15:11:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Bauermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conceitos em PDI]]></category>
		<category><![CDATA[Imagens na medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Sensores]]></category>
		<category><![CDATA[imagens médicas]]></category>
		<category><![CDATA[Radiologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A medicina e a análise de imagens cruzaram seus caminhos em 1895, com a descoberta, por Wilhelm Röntgen, do que ficou conhecido por Raios-X. Este acontecimento mudou a medicina, porque permitiu, pela primeira vez, que se olhasse dentro do corpo humano sem precisar abrí-lo. Foi por causa do seu início, com os Raios-X, que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A medicina e a análise de imagens cruzaram seus caminhos em 1895, com a descoberta, por <a href="http://nobelprize.org/nobel_prizes/physics/laureates/1901/rontgen-bio.html">Wilhelm Röntgen</a>, do que ficou conhecido por <strong>Raios-X</strong>. Este acontecimento mudou a medicina, porque permitiu, pela primeira vez, que se olhasse dentro do corpo humano sem precisar abrí-lo.</p>
<p>Foi por causa do seu início, com os Raios-X, que a área da medicina que usa imagens como meio de diagnóstico ficou conhecida como <strong>Radiologia</strong>, mas o termo <strong>Diagnóstico por imagem</strong> parece mais usado atualmente (que me corrija, quem for médico, se eu estiver errada&#8230;).</p>
<p><span id="more-421"></span></p>
<p>Hoje existem vários tipos de exames baseados nesta tecnologia e em outras formas de obter imagens do corpo humano. Depois de muito procurar, finalmente encontrei um <a href="http://www.tecnologiaradiologica.com/#inicio">site sobre radiologia</a> com informações técnicas credíveis. Colhi estas e outras informações e organizei uma pequena introdução ao assunto. Vamos a ela:</p>
<h2>Radiografias</h2>
<p><strong>Radiografia convencional</strong> &#8211; Um aparelho de radiografia inclui <strong>uma fonte</strong> de raios-X e <strong>um receptor</strong> de raios-X, que pode ser um filme parecido com filme fotográfico, ou pode ser uma placa que capta os raios de forma que se possa converter o resultado em uma imagem digital (uma opção para clínicas que já possuem um aparelho convencional, mas querem adotar as imagens digitais).</p>
<div id="attachment_425" class="wp-caption alignright" style="width: 200px"><img class="size-medium wp-image-425" title="radiografia" src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2008/11/radiografia1-190x300.jpg" alt="" width="190" height="300" /><p class="wp-caption-text">Exemplo de radiografia.</p></div>
<p><em>Radiografia, de <a href="http://www.flickr.com/photos/ashevillein/sets/72157604721434138/">Bill in Ash Vegas</a>.</em></p>
<p><strong>Radiografia digital</strong> &#8211; Usa os mesmos princípios físicos da radiografia convencional, mas o aparelho já é construído para a obtenção de imagens digitais, sem o uso de filme.</p>
<p><strong>Radiografias contrastadas</strong> &#8211; Podem ser feitas tanto em aparelhos convencionais quanto nos novos, digitais. A diferença é o uso de alguma substância injetada no paciente para realçar os órgãos de interesse do médico.</p>
<p><strong>Densitometria óssea</strong> &#8211; também usa raios-X, mas o objetivo deste exame é avaliar a quantidade de cálcio nos ossos.</p>
<p><strong>Mamografia</strong> &#8211; Outra aplicação dos raios-X, mas específico para o exame da mama. Assim como as radiografias comuns, ele também existe nas duas versões (filme/ digitas).</p>
<p>As radiografias geram <strong>imagens em tons de cinza</strong> (o número de níveis varia de acordo com a resolução espectral do sensor).</p>
<h2>Tomografia Computadorizada</h2>
<p><strong>Tomografia computadorizada</strong> &#8211; Este exame permite a visualização de vários planos (como se fossem fatias) do corpo. Ele também utiliza a tecnologia dos raios-X, mas o resultado é um conjunto de imagens, correspondendo uma a cada plano fotografado. As imagens também são em tons de cinza.</p>
<div id="attachment_431" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-431" title="ultrassom" src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2008/11/ultrassom-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /><p class="wp-caption-text">Exemplo de ultrassom.</p></div>
<p><em>Ultrassom de <a href="http://www.flickr.com/photos/dongkwan/sets/72157605915439959/">VirtualErn</a>.</em></p>
<h2>Ecografia / Ultra-sonografia</h2>
<p>Nas ultra-sonografias, o <strong>som</strong> é usado para captar as imagens. O aparelho emite som numa frequência de 2 até 14 Mhz (dependendo do tipo de equipamento), que nós não somos capazes de ouvir. O som encontra obstáculos dentro do corpo de e faz o caminho de volta, como um <strong>eco</strong>.  O aparelho capta o eco e o transforma em imagens em tons de cinza. A grande vantagem deste tipo de exame é que ele é <strong>totalmente inofensivo</strong>, e pode ser usado para acompanhar o crescimento dos futuros bebês sem risco.</p>
<h2>Ressonância magnética</h2>
<p>O paciente é submetido a um forte e uniforme campo magnético, que afeta principalmente os núcleos de certas moléculas. É a direção dos campos magnéticos gerados que fornece contraste à imagem. O processo todo é bem difícil de ser entendido pelos não-físicos, com eu, mas eu encontrei a explicação <a href="http://www.tecnologiaradiologica.com/materia_rnmconceito.htm">aqui</a>. Se alguém quiser tentar, boa sorte!</p>
<p>O importante é saber que o contraste é maior para tecidos moles, e menor para tecidos duros como ossos, ao contrário do que acontece nas radiografias. A imagem formada também fica em tons de cinza.</p>
<h2>Medicina nuclear</h2>
<div id="attachment_428" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-428" title="petscan" src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2008/11/petscan-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /><p class="wp-caption-text">Imagem obtida por PET scan, uma técnica de medicina nuclear.</p></div>
<p><em><br />
Imagem obtida por PET scan, uma técnica de medicina nuclear, por <a href="http://www.flickr.com/photos/reighleblanc/">Reigh LeBlanc</a>.</em></p>
<p>Esta área de diagnóstico por imagens ocupa-se do uso de <strong>marcadores radioativos</strong> para observar processos fisiológicos, ou seja, o funcionamento dos órgãos do paciente, de forma não invasiva. Os marcadores ligam-se a algumas moléculas, que são de interesse para o exame e emitem <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Radia%C3%A7%C3%A3o_gama">raios gama</a>, enquanto seguem seu caminho pelo organismo do paciente. Uma câmera especial capta os raios gama e mostra todo o caminho que as moléculas estão fazendo no organismo. Apesar da palavra <strong>radioativo</strong> assustar um pouco, os médicos dizem que estes exames são menos prejudiciais que os raios-X.</p>
<h2>Mais informações</h2>
<p>Para quem quiser saber mais sobre a evolução do uso de imagens na medicina (e é capaz de entender inglês sem legenda), <a href="http://nobelprize.org/educational_games/physics/imaginglife/index.html">este vídeo</a> é ótimo. Ele aborda o assunto de uma maneira bem interessante, e só leva 8 minutos.</p>
<p>Uma bonita curiosidade: <a href="http://blog.uncovering.org/archives/2007/08/radiografia_art.html">arte em raios-X</a>.</p>
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		</item>
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		<title>CCD ou CMOS: qual a diferença, afinal?</title>
		<link>http://www.imagesurvey.com.br/2008/09/ccd-ou-cmos-qual-a-diferenca-afinal/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2008 17:18:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Bauermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sensores]]></category>
		<category><![CDATA[câmeras digitais]]></category>
		<category><![CDATA[CCD]]></category>
		<category><![CDATA[CMOS]]></category>

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		<description><![CDATA[CCD, (charge coupled device) e CMOS (complementary metal oxide semiconductor) são os filmes das máquinas fotográficas digitais. Como prometido em O que são CCDs&#8230;, vou trazer algumas características do CMOS, para que se possa comparar, e assim entender o funcionamento dos dois. A diferença que mais aparece quando se busca esta informação na web é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CCD, (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Charge-coupled_device">charge coupled device</a>) e CMOS (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/CMOS">complementary metal oxide semiconductor</a>) são os <em>filmes</em> das máquinas fotográficas digitais. Como prometido em <a href="index.php/2008/09/o-que-sao-sensores-ccds-e-como-eles-funcionam/">O que são CCDs&#8230;</a>, vou trazer algumas características do CMOS, para que se possa comparar, e assim entender o funcionamento dos dois.</p>
<p>A diferença que mais aparece quando se busca esta informação na web é o local de leitura das informações (luz) captadas. No CCD, a informação é captada de forma analógica e se <em>desloca</em> para a extremidade da placa para então ser lida. Só depois é convertida no formato digital. Já no CMOS, a leitura digital é direta. E <strong>que diferença isso faz?</strong> Para mim, nenhuma. Por isso colecionei algumas outras diferenças com o objetivo de ajudar na hora de escolher um equipamento.<br />
<span id="more-132"></span></p>
<p><img src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2008/09/lagarta-300x225.jpg" alt="" title="Lagarta" width="300" height="225" class="alignleft size-medium wp-image-138" /><br />
<em>Imagem da lagarta por <a href="http://www.flickr.com/photos/jp_smartins/">João Pedro</a>.</em></p>
<h2>Qualidade da imagem</h2>
<p>A tecnologia do CCD confere melhor qualidade de imagem quando comparada ao CMOS de mesmo tamanho (até quando isso será verdade?). Isso acontece principalmente porque, no CMOS, parte da luz que chega não é absorvida pelo sensor, o que pode gerar imperfeiçoes e ruídos.</p>
<p>No entanto a tecnologia do CMOS tem evoluído (e rápido, com o tudo o que é digital), por isso existem equipamentos profissionais que compensam a menor sensidilidade do CMOS, com aumento de tamanho e outros recursos, como os modelos Canon EOS. O <a href="http://www.imaging-resource.com/CAMDB/compare_cameras.php">imaging resources</a> tem uma ferramenta de <strong>comparação entre modelos de câmera</strong> que fornece também esta informação.</p>
<p><img src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2008/09/borboleta-300x225.jpg" alt="" title="Borboleta" width="300" height="225" class="alignright size-medium wp-image-136" /><br />
<em>Imagem da borboleta por <a href="http://www.flickr.com/photos/gabibau/">mim mesma</a>.</em></p>
<h2>Gasto de energia</h2>
<p>Segundo o <a href="http://eletronicos.hsw.uol.com.br/cameras-digitais.htm">HowStuffWorks</a>, um CCD gasta 100 vezes mais energia que o CMOS. Por isso os últimos são preferidos para celulares, já que a duração da bateria é uma das características que os usuários valorizam.</p>
<p>Mas neste aspecto, o CCD tembém tem feito progressos, e pode ficar mais competitivo dependendo do modelo da câmera.</p>
<h2>Preço</h2>
<p>CMOS é mais barato. ?! É o que diz a maioria&#8230;</p>
<p>A <a href="http://www.dalsa.com/markets/ccd_vs_cmos.asp">Dalsa</a> afirma que não: segundo esta empresa, que produz as duas tecnologias, o CMOS ficou conhecido como mais barato porque quando começou a ser produzido, empresas pequenas baixaram o preço para concorrer com o CCD, mas não sustentaram isso por muito tempo, pois o custo total, entre design e produção é bem parecido. veja os detalhes no link acima&#8230;</p>
<p><img src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2008/09/salto_bike-300x199.jpg" alt="" title="Salto !" width="300" height="199" class="alignleft size-medium wp-image-144" /><br />
<em>Imagem do salto por <a href="http://www.flickr.com/photos/andycpics/">Andy_c&#8217;s</a>.</em></p>
<h2>Velocidade</h2>
<p>No CMOS a leitura da quantidade de luz em cada pixel é direta, ao contrário do CCD que precisa transformar o sinal analógico em digital. Por isso o CMOS é mais rápido.</p>
<p>Importante: esta velocidade não é aquela que determina o tempo de exposição, é a velocidade com que a câmera consegue <strong>armazenar uma imagem e estar pronta para a próxima</strong>. Ela é importante quando se espera fazer várias imagens em sequência&#8230; como em campionatos de esportes radicais!</p>
<h2>Resumindo</h2>
<p>CCD e CMOS são simplesmente duas <strong>tecnologias diferentes</strong>, que evoluem em paralelo. A escolha sempre tem que considerar a <strong>câmera toda</strong>, além da sua <strong>aplicação</strong> e seu <strong>custo-benefício</strong>. Nas aplicações científicas, principalmente as que envolvem microscopia, o uso do CCD ficou consagrado, mas isso não descarta completamente o CMOS, ou quaisquer outras tecnologias que venham a surgir.</p>
<p>Incluí aqui um link para uma <a href="http://www.imaging-resource.com/CAMDB/compare_cameras.php">página que compara câmeras</a> &#8211; <strong>use!</strong></p>
<p>Até mais!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O que são sensores CCDs e como eles funcionam?</title>
		<link>http://www.imagesurvey.com.br/2008/09/o-que-sao-sensores-ccds-e-como-eles-funcionam/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 18:11:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Bauermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sensores]]></category>
		<category><![CDATA[câmeras digitais]]></category>
		<category><![CDATA[CCD]]></category>
		<category><![CDATA[filtro de bayer]]></category>

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		<description><![CDATA[A sigla CCD tem uma lista enorme de significados &#8230; mas vamos ficar com o charge-coupled device, ou Dispositivo de Carga Acoplado, em bom portugês. Para quem ainda não entendeu: é o que capta as imagens nas boas câmeras fotográficas&#8230; as de celular geralmente usam o CMOS, que é mais barato (vou falar dele em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A sigla CCD tem uma <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/CCD">lista enorme de significados</a> &#8230; mas vamos ficar com o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Charge-coupled_device">charge-coupled device</a>, ou Dispositivo de Carga Acoplado, em bom portugês. Para quem ainda não entendeu: é o que capta as imagens nas boas câmeras fotográficas&#8230; as de celular geralmente usam o CMOS, que é mais barato (vou falar dele em outro post).</p>
<p>Enfim, como funciona o sensor CCD, e o que pode mudar nas suas fotografias se você souber como ele trabalha?
</p>
<p><span id="more-85"></span></p>
<p><img src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2008/09/800px-argusccd_b.jpg" alt="" title="Imagem de um CCD." width="499" height="232" class="alignnone size-full wp-image-87" /><br />
<em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Image:ArgusCCD.jpg">Imagem</a> de um sensor CCD, publicada na Wikipedia sob domínio público, por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/User:Merzperson">Merzperson</a>.</em></p>
<p>Assim como nas câmeras antigas, a luz proveniente dos objetos e do ambiente passa pelas lentes, que são relonsáveis pelo foco. É o foco que dá nititez à imagem e riquesa de detalhes. Só que, ao invéz do filme dos modelos mais antigos, nas câmeras digitais a imagem é projetada sobre um CCD.</p>
<p>Imagine uma matriz formada de inúmeros <strong>fotossensores</strong> (sensores de luz) &#8211; cada um deles capta a luz que se projeta sobre ele, que corresponderá a um pixel na imagem. Cada um desses fotossensores armazena um valor de intensidade luminosa, que não pode ser lido diretamente. A leitura é feita na extremidade do CCD depois que as cargas acumuladas nos fotossensores se deslocam para lá. No <a href="http://www.mspc.eng.br/info/camdig1.shtml">MSPC</a> tem boas ilustrações para entender (olhe mas não copie, estão protegidas por <em>copyright</em>!).</p>
<p>A quantidade de fotossensores determina a quantidade de pixels que a fotografia terá, ou <em>megapixels</em>, como dizem os fabricantes de câmeras fotográficas (1 megapixel equivale a um milhão de pixels).</p>
<h2>E as cores?</h2>
<p>Existem algumas formas de captar imagens coloridas com CCDs. Sensores instalados em satélites, como o <a href="http://www.cbers.inpe.br/">CBERS</a> usam um sensor para cada cor, mas câmeras para uso pessoal, em geral, usam o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bayer_filter">filtro de bayer</a>.</p>
<p><img src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2008/09/filtro_de_bayer.jpg" alt="" title="Filtro de bayer" width="200" height="200" class="alignnone size-full wp-image-95" /></p>
<p><em>Ilustração de um filtro de bayer, por mim mesma.</em></p>
<p>Sobre cada fotossensor existe um filtro de uma das cores primárias &#8211; verde, vermelho e azul. Isso faz com que cada sensor capte a a luz de um canal de cor. Só depois de lido pelo software da câmera, esse mosaico colorido é tranformado em uma imagem RGB, tal como estamos a costumados a ver no computador.</p>
<h2>Essa informação interfere na minha fotografia?</h2>
<p><strong>Primeiro:</strong> os &#8220;megapixels&#8221;, sozinhos não dão qualidade à imagem. Lembre-se que o sensor recebe a luz atravéz das lentes, que devem estar posicionadas de forma a conseguir o melhor foco. Lentes fixas (como de algumas câmeras baratinhas), de má qualidade ou até sujas podem produzir efeitos bem indesejáveis.</p>
<p><strong>Segundo:</strong> Fotografias impressas em 10 X 13 cm ficam muito bem se a imagem tiver 2 megapixels, segundo a minha experiência e o <a href="http://eletronicos.hsw.uol.com.br/cameras-digitais.htm">HowStuffHorks</a>. Mais que isso só vai ocupar memória sem trazer benefício nenhum. Para postar as fotografias em sites de relacionamento você sempre acaba &#8220;diminuindo elas no photoshop&#8221;, e colocando fora vários &#8220;megapixels&#8221;.</p>
<h2>Estatísticas de pesquisa:</h2>
<p>Para escrever este post procurei primeiro na wikipédia: a versão em inglês (link no primeiro parágrafo) é boa, mas bem difícil de ler. Em português temos só um esboço&#8230;</p>
<p>O google me apresentou o seguinte:<br />
<strong>&#8220;charge-coupled device&#8221;</strong>:  788.000 resultados, sendo 118.000 de um ano ou menos.<br />
Usando o mesmo termo, para resultados somente em português, foram 3.160, sendo 848 de um ano ou menos.<br />
Para o termo em portugês: <strong>&#8220;Dispositivo de Carga Acoplado&#8221;</strong> foram apenas 318 resultados.</p>
<p>Apesar de toda essa &#8220;fartura&#8221;, foi difícil achar informação de qualidade. A maioria dos sites é de venda de produtos.</p>
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			<wfw:commentRss>http://www.imagesurvey.com.br/2008/09/o-que-sao-sensores-ccds-e-como-eles-funcionam/feed/</wfw:commentRss>
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