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	<title>ImageSurvey &#187; Survey</title>
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	<description>Processamento de imagens na prática</description>
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		<item>
		<title>Survey da pesquisa sobre Segmentação por Watershed</title>
		<link>http://www.imagesurvey.com.br/2009/04/survey-da-pesquisa-sobre-segmentacao-por-watershed/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 14:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Bauermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Survey]]></category>
		<category><![CDATA[imagens médicas]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[segmentação de imagens]]></category>
		<category><![CDATA[sensoriamento remoto]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo]]></category>
		<category><![CDATA[visão computacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é o segundo artigo da série sobre segmentação por watershed, que começou com uma introdução ao assunto usando um exemplo prático. Hoje vou passear pelas publicações científicas e ver o que se pesquisa e para que se usa este método.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o segundo artigo da série sobre segmentação por watershed, que começou com uma<a href="http://www.imagesurvey.com.br/2009/03/watershed-em-imagens-binarias-e-um-exemplo-util-com-imagej/"> introdução ao assunto </a>usando um exemplo prático. Hoje vou passear pelas publicações científicas e ver o que se pesquisa e para que se usa este método.</p>
<h2>O início</h2>
<p>Este método surgiu na década de 1980, como uma solução para o caso em que as partículas já segmentadas se tocam em pequenas áreas. A partir daí várias alternativas de implementação e de aplicações foram aparecendo.</p>
<h2>Survey</h2>
<h3><a href="http://ieeexplore.ieee.org/Xplore/guesthome.jsp" target="_blank">IEEE Xplore</a></h3>
<p>A expressão (watershed segmentation) gerou um total de 15o artigos. As palavras (watershed AND segmentation) geraram 539 ocorrências. Destes últimos,<br />
1 na década de 1980;<br />
80 na década de 1990 e<br />
458 a partir de 2000 até hoje.</p>
<h3><a href="http://www.sciencedirect.com/" target="_blank">ScienceDirect</a></h3>
<p>Uma pesquisa simples com as palavras (watershed AND segmentation) gerou 1590 ocorrências! Retirando os liros e os de uma publicação de hidrologia, ficam 1415. De cinco publicações especializadas:</p>
<ul>
<li> Pattern Recognition (69)</li>
<li>Image and Vision Computing (67)</li>
<li>Pattern Recognition Letters (60)</li>
<li>NeuroImage (45)</li>
<li>Remote Sensing of Environment (38)</li>
</ul>
<p>Este portal também exibe resultados organizados por ano, e eles são crescentes, a partir de 1 a 4 por ano na década de 1980, até 197 em 2008, sendo que 2009 já tem 132 (ainda estamos em abril).</p>
<h3><a href="http://www.acm.org/" target="_blank">ACM</a></h3>
<p>A expressão (watershed AND segmentation) recuperou apenas 11 artigos.</p>
<h3><a href="http://bdtd2.ibict.br/" target="_blank">Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações</a></h3>
<p>A pesquisa <em>watershed segmentation (todas as palavras)</em> recuperou 5 trabalhos.</p>
<h3><a href="http://en.scientificcommons.org/" target="_blank">Scientific Commons</a></h3>
<p>A expressão (watershed AND segmentation) recuperou 741 artigos.</p>
<h3><a href="http://citeseerx.ist.psu.edu/" target="_blank">CiteSeerX</a></h3>
<p>A pesquisa &#8220;text:(watershed AND segmentation)&#8221;, que procura as palavras no texto do trabalho recuperou 568 artigos, começando em 1986.</p>
<ul>
<li>31 trabalhos até 1999: Um de aplicação industrial (análise automática de fragmentação de vidro); 1 imageamento médico (Magnetic Resonance Imaging); 1 em Sensoriamento Remoto;</li>
<li>44 trabalhos de 2000 até 2009: 5 imageamento médico; 1 em Sensoriamento Remoto; 6 sobre identificação de objetos em vídeo; 1 reconhecimento de faces; 1 analise de DNA; 1 detecção de pessoa em imagem termal; 1 em imagem de sonar;</li>
</ul>
<h3>So, what?</h3>
<p>Quantidade de trabalhos aumentando significa que o método funciona, e pode ser aplicado a problemas reais. O imageamento médico é uma das aplicações que mais aparece, provavelmente porque na maioria dos cados o <a href="http://www.imagesurvey.com.br/2008/09/threshold-simples-e-funciona-mas-nao-para-todos/">threshold</a> não resolve o problema, então é necessário recorrer a uma técnica mais sofisticada, que pode ser a segmentação por watersheds.</p>
<p>Imagine o que aconteceria se um um bom programa de análise de imagens voltado ao usuário implementasse os algoritmos principais&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Survey no SourceForge.net &#8211; busca por software para processamento de imagens.</title>
		<link>http://www.imagesurvey.com.br/2009/02/survey-no-sourceforgenet-busca-por-software-para-processamento-de-imagens/</link>
		<comments>http://www.imagesurvey.com.br/2009/02/survey-no-sourceforgenet-busca-por-software-para-processamento-de-imagens/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 13:32:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Bauermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Survey]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>

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		<description><![CDATA[O SourceForge.net é um portal de desenvolvimento colaborativo. Ele atua como um repositório de código para projetos opensource, mas também funciona como agregador de projetos e de pessoas. Um bom lugar para procurar ferramentas computacionais, incluindo softwares e plugins de processamento e análise de imagens. O objetivo deste post é conhecer o acervo de projetos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O SourceForge.net é um portal de desenvolvimento colaborativo. Ele atua como um repositório de código para projetos <em>opensource</em>, mas também funciona como <strong>agregador de projetos e de pessoas</strong>. Um bom lugar para procurar ferramentas computacionais, incluindo softwares e plugins de processamento e análise de imagens.<br />
<span id="more-1053"></span><br />
O objetivo deste post é <strong>conhecer o acervo de projetos</strong>. Saber quantos são é qual o grau de atividade e maturidade dos projetos. Também quero dar a conhecer as estatísticas oferecidas na página de pesquisa, que dão uma idéia de <em>como anda</em> cada projeto.</p>
<h2>Como pesquisar</h2>
<p>O  <a href="https://sourceforge.net/" target="_blank">SourceForge.net</a> tem formulários de pesquisa simples em quase todas as suas páginas. Você pode começar por aí, mas o melhor mesmo é ir para a <a href="http://sourceforge.net/search/?rc=1&amp;type_of_search=soft" target="_blank">pesquisa avançada</a>.</p>
<p>A busca pelas suas palavras-chave ocorre no <strong>título e na descrição dos softwares</strong> e, às vezes a informação que se busca não está lá, como a linguagem de programação, ou alguma funcionalidade/ compatibilidade em especial. A <strong>opção</strong> é usar o google, que superestima os resultados porque inclui entradas de fórum, e todo o tipo de texto que estiver no site.<br />
Também é possível <strong>navegar pelos tópicos</strong>, ou pesquisar somente um ou mais tópicos específicos, mas como não há um tópico &#8220;image processing&#8221;, é preciso procurar pelos projetos em suas áreas de aplicação ou em tópicos parecidos.<br />
Por isso as quantidades a seguir devem ser tratadas como meras estimativas&#8230;</p>
<h2>Survey: primeira aproximação</h2>
<p>Num universo de mais de <strong>320 mil</strong> projetos, comecei pelo óbvio: a expressões mais usadas para descrever softwares do tipo que procuro:</p>
<ul>
<li>image processing &#8211; <strong>255</strong> projetos encontrados;</li>
<li>image analysis &#8211; <strong>30</strong> projetos;</li>
<li>computer vision &#8211; <strong>95</strong> projetos.</li>
</ul>
<p>Foram encontrados <strong>380</strong> projetos (0,12 % do número total) nas áreas que escolhi. Provavelmente o número é maior, pois estas expressões, apesar de bastante usadas, não precisam necessariamente fazer parte do título ou da descrição de um projeto que faça uso de algoritmos de processamento e análise de imagens.</p>
<h2>Conhecendo os projetos</h2>
<p>Existem algumas formas de <strong>refinar estas buscas</strong> ou mesmo organizar a ordem de apresentação, usando as estatísticas apresentadas na página de resultados.</p>
<div id="attachment_1059" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-1059" title="sourceforge resultados pesquida" src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2008/12/sf_resultadospesquida.png" alt="Screenshot dos resultados da pesquisa." width="600" height="153" /><p class="wp-caption-text">Screenshot dos resultados da pesquisa.</p></div>
<p>Existe um <a href="http://alexandria.wiki.sourceforge.net/" target="_blank">wiki com a documentação do SourceForge</a>, que explica com as coisas funcionam, mas eu custei um poco para achar. Lá você encontra a explicação sobre as <a href="http://alexandria.wiki.sourceforge.net/Statistics" target="_blank">estatísticas</a> que são calculadas para cada projeto. São estas últimas que mais me interessam, pois permitem que se saiba um pouco sobre os resultados da busca, antes de começar a seguir os links.</p>
<p>Num primeiro momento, seus resultados serão organizados em ordem decrescente de relevância (<strong>Relevance</strong>). Este conceito relaciona suas palavras-chave com as do projeto, ou seja, diz o quanto aquele projeto se aproxima da busca que você fez.</p>
<p>Na coluna seguinte, aparece  a Atividade (<strong>Activity</strong>) de cada projeto. Clicando sobre ela, você reorganiza seus resultados pelo valor da atividade. Esta é uma <strong>métrica de comunicação</strong> do projeto. Ela mede a quantidade de entradas em fóruns, listas de email, relatórios de bugs, entre outros.</p>
<p>O <strong>Rank</strong> é um <strong>agregador de estatísticas</strong> usado para gerar as listas de projetos mais ativos. É útil para ter uma visão geral da colocação do projeto.</p>
<p>As colunas seguintes são a data em que o projeto foi registrado, a data em que o último arquivo foi criado, e o <strong>número de downloads</strong> do software (quando o software já existe).</p>
<p>Além disso existem ainda <strong>outras características</strong> que podem ser vistas no modo estendido de mostrar resultados. Para isso procure os links <em>Details</em>, <em>Images</em> e <em>Filters</em>, no canto superior direito (logo acima da publicidade&#8230;). Clicando em Detail, você ativa a <strong>visão expandida</strong>, que dá mais informações como Linguagem de programação, licença, estágio de desenvolvimento, entre outros.</p>
<p>O link Filters, ativa uma <strong>barra de filtragem para a pesquisa</strong>, que  permite filtrar projetos por linguagem de programação, sistema operacional, licença, estágio de desenvolvimento, entre outros.</p>
<div id="attachment_1066" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-1066" title="sourceforge barra de filtro" src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2008/12/sf_barradefiltro.png" alt="Barra de filtro da pesquisa." width="600" height="89" /><p class="wp-caption-text">Barra de filtro da pesquisa.</p></div>
<h2>E agora?</h2>
<p>Agora você já tem informações suficientes para escolher alguns projetos e conhecê-los melhor. Em relação à quantidade total de projetos, achei que a área de processamento e análise de imagens ainda é tímida. Tem muitos projetos de &#8220;grupo de um só&#8221;, e outros que começam e se perdem em &#8220;betas infinitos&#8221;, para morrer na praia.</p>
<p>Acho que falta um pouco de visão dos novos programadores. <strong>Trabalhar para um projeto opensource não significa necessariamente trabalhar de graça.</strong> Muitos destes softwares são vendáveis. O software é gratuido, mas um bom profissional pode oferecer instalação e assistência técnica para clientes corporativos, que <strong>pagam pela garantia de que o software vai funcionar</strong>. Quem melhor para oferecer estas garantias do que um desenvolvedor do projeto?</p>
<p>No SourceForge.net há uma área (recém criada) chamada <a href="https://sourceforge.net/services/buy/index.php" target="_blank">Marketplace</a>. Lá você oferece serviços, e seu currículo inclui os projetos dos quais participa ou já participou.</p>
<p>Então, que tal trocar as horas perdidas com o Orkut por uma coisa mais útil?</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Uso de Gestalt na pesquisa de Visão Computacional: Survey.</title>
		<link>http://www.imagesurvey.com.br/2008/12/uso-de-gestalt-na-pesquisa-de-visao-computacional-survey/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 10:12:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Bauermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Survey]]></category>
		<category><![CDATA[gestalt]]></category>
		<category><![CDATA[processamento de imagens]]></category>
		<category><![CDATA[reconhecimento de padrões]]></category>
		<category><![CDATA[visão computacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia falei um pouco sobre como a teoria Gestalt ajuda a entender como vemos e, entendendo, nos dispomos a criar formas de ensinar as máquinas. Não é de hoje que se estuda desta forma, e hoje vou trazer alguns números que mostram o quanto a ciência faz uso desta tática. Colocando os motores de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia falei um pouco sobre como a teoria Gestalt ajuda a entender como vemos e, entendendo, nos dispomos a criar formas de ensinar as máquinas. Não é de hoje que se estuda desta forma, e hoje vou trazer alguns números que mostram o quanto a ciência faz uso desta tática. Colocando os motores de busca para trabalhar&#8230;<br />
<span id="more-647"></span></p>
<h2>Um pouco de história</h2>
<p>No <strong>início do século XX</strong>, surgiram os primeiros defensores de que a forma de ver das pessoas tinha mais a ver com o todo do que com as partes. Eles defendiam, ao contrário do que era entendido na época, que nós identificamos primeiro um objeto completo, e só então tomamos conhecimento das partes. Nesta época, começaram a ser descritas algumas regras pelas quais provavelmente nos guiamos quando vemos (veja no post <a href="http://www.imagesurvey.com.br/2008/12/gestalt-porque-somos-melhores-que-as-maquinas/">Gestalt: porque somos melhores que as máquinas?</a>).</p>
<div id="attachment_656" class="wp-caption alignright" style="width: 277px"><img class="size-medium wp-image-656" title="smile" src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2008/11/smile-267x300.jpg" alt="O que você vê?" width="267" height="300" /><p class="wp-caption-text">O que você vê?</p></div>
<p>Eles também provaram que, quando observamos um objeto em uma posição e ele desaparece por fração de segundos e volta a aparecer em uma posição ligeiramente diferente, temos a <strong>idéia de continuidade</strong>. É nisso que se baseia o cinema!</p>
<p>Quando as imagens começaram a ter valor estratégico militar (com o início da <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Photogrammetry">fotogrametria</a> de imagens aéreas), e depois com o surgimento dos computadores e do processamento de imagens, <strong>estudar a forma como vemos passou a servir para outro fim: descobrir como ensinar a ver</strong>. Ensinar máquinas, através de algoritmos de programação. Aí uniram-se a visão computacional e a gestalt.</p>
<h2>Survey</h2>
<p><a href="http://ieeexplore.ieee.org/Xplore/dynhome.jsp">Portal IEEE xplore</a><br />
A IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers) é uma instituição voltada para as áreas à engenharia, matemática, eletrônica e afins. Por isso, quando algum trabalho publicado ali faz menção à gestalt, quase certamente não é sobre psicologia ou visão biológica. O portal tem artigos com data de publicação a partir de 1913. O primeiro trabalho em que a palavra gestalt aparece foi publicado em <strong>1956</strong> numa revista de Tecnologia da Informação, e trata da velocidade da observação humana.<br />
Entre 1970 e 1979 foram <strong>5</strong> artigos;<br />
entre 1980 e 1989 foram <strong>10</strong>;<br />
entre 1990 e 2999 foram <strong>62</strong> e<br />
entre 2000 e este ano, <strong>99</strong> artigos.</p>
<p><a href="http://www.sciencedirect.com/">ScienceDirect</a><br />
Este portal (com artigos desde 1823!) é mais variado em áreas de concentração, por isso foi preciso restringir a pesquisa. Usei a expressão <em>gestalt AND (&#8220;image processing&#8221; OR &#8220;pattern recognition&#8221; OR &#8220;computer vision&#8221;)</em>, e obtive o sequinte:<br />
Entre 1950 e 1969, foram <strong>42</strong> artigos, o primeiro em <strong>1952</strong>;<br />
entre 1970 e 1979 foram <strong>178</strong> artigos;<br />
entre 1980 e 1989, <strong>349</strong>;<br />
entre 1990 e 2000 foram <strong>564</strong>;<br />
entre 2000 e hoje, são <strong>626</strong>.</p>
<p><a href="http://www.acm.org/">Portal ACM</a><br />
O portal da Association for Computing Machinery retornou <strong>205</strong> ocorrências, começando em 2004, para a palavra gestalt.</p>
<p><a href="http://en.scientificcommons.org/">Scientific Commons</a><br />
Descobri este portal recentemente e gostei da idéia de um portal reunir material científico em Crative Commons. Mas ele ainda não tem pesquisa avançada e nem aceita expressões, por isso tive que adaptar:<br />
gestalt &#8220;image processing&#8221; gerou <strong>21</strong> resultados;<br />
gestalt &#8220;pattern recognition&#8221; gerou <strong>28 </strong>e<br />
gestalt &#8220;computer vision&#8221; retornou <strong>128</strong> resultados.<br />
Os trabalhos mais antigos são de<strong> 1998</strong>.</p>
<p><a href="http://www.springerlink.com/">Springer Link</a><br />
Neste portal usei novamente a expressão <em>gestalt AND (&#8220;image processing&#8221; OR &#8220;pattern recognition&#8221; OR &#8220;computer vision&#8221;)</em>. O resultado foram 570 artigos assim distribuídos:<br />
Entre 1970 e 1979: <strong>2</strong>;<br />
entre 1980 e 1989: <strong>2</strong>;<br />
entre 1990 e 1999: <strong>68</strong> e<br />
entre 2000 e hoje: <strong>498</strong> artigos.</p>
<h2>So, what?</h2>
<p>Os números são <strong>altos e crescentes</strong>, o que mostra que esta abordagem tem crescido em importância desde que começou a ser pesquisada. O número crescente de trabalhos também sugere que a combinação dá bons resultados, e está possibilitado a produção de novos conhecimentos. Afinal, produção científica é exatamente sobre isso: <strong>produzir conhecimento</strong>.</p>
<p>Crédito da foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/gaetanlee/">Gaetan Lee</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Qual o formato de arquivo de imagem mais usado na internet?</title>
		<link>http://www.imagesurvey.com.br/2008/11/qual-o-formato-de-arquivo-de-imagem-mais-usado-na-internet/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 10:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Bauermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Padrões para imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Survey]]></category>
		<category><![CDATA[formatos de arquivo]]></category>
		<category><![CDATA[jpg]]></category>
		<category><![CDATA[png]]></category>
		<category><![CDATA[tiff]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente me fiz esta pergunta ao escrever a introdução de um post sobre JPEG. Qual é o formato de arquivo para imagens mais usado na internet? Bom, perguntei ao google e adivinhe o que ele respondeu&#8230; GIF! Mas perguntando com jeito, ele confessou que é o JPG. Na pesquisa avançada de imagens do google, deixei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente me fiz esta pergunta ao escrever a introdução de um post sobre <a href="index.php/2008/11/jpeg-imagens-para-ver-e-enviar/">JPEG</a>. Qual é o formato de arquivo para imagens mais usado na internet? Bom, perguntei ao google e adivinhe o que ele respondeu&#8230; <strong>GIF!</strong> Mas perguntando com jeito, ele <strong>confessou que é o JPG</strong>.</p>
<p><span id="more-416"></span></p>
<p>Na pesquisa avançada de imagens do google, deixei tudo em branco, só selecionei o tipo de arquivo, e obtive os seguintes resultados:<br />
<img src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2008/11/usodearquivos.png" alt="" title="uso de arquivos de imagem" width="357" height="240" class="alignright size-full wp-image-437" /><br />
<strong>GIF &#8211; 389.000.000</strong> (aproximadamente)<br />
<strong>JPG &#8211; 337.000.000</strong><br />
<strong>PNG &#8211; 217.000.000</strong><br />
<strong>BMP &#8211; 61.600.000</strong><br />
<strong>TIF &#8211; 126.000</strong></p>
<p>Fiquei surpresa com a vitória do GIF e comecei a examinar alguns sites dos meus bookmarks para ver se encontrava uma explicação. Claro, não demorei muito para lembrar que a grande parte dos <strong>gráficos de publicidade</strong>, assim como muitos <strong>botões</strong>, <strong>ícones</strong> e afins usam gif por causa do suporte à <strong>animação</strong>. Então isso não reflete a quantidade de arquivos usada para publicar imagens.</p>
<p><img src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2008/11/arquivosdeimagem.png" alt="" title="arquivos de imagem na internet" width="420" height="245" class="alignright size-full wp-image-440" /></p>
<p>Foi então que reparei em outras opções da busca avançada, e fiz nova busca marcando a opção &#8220;<em>conteúdo de fotos</em>&#8220;. Não sei como o google separa as fotos de todo o resto, mas isso mudou o resultado da busca para:<br />
<strong>JPG &#8211; 319.000.000</strong><br />
<strong>GIF &#8211; 99.800.000</strong><br />
<strong>PNG &#8211; 42.300.000</strong><br />
<strong>BMP &#8211; 20.200.000</strong><br />
<strong>TIF &#8211; 62.200</strong></p>
<p><img src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2008/11/florceu-264x300.jpg" alt="" title="flor no ceu" width="264" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-442" /><br />
<em>Imagem por <a href="http://www.flickr.com/photos/aussiegall/">aussiegall</a>.</em></p>
<p>Vitória folgada do JPG. E não é difícil de entender. Eu mesma <strong>uso JPG no blog</strong> porque minha hospedagem tem um limite de armazenamento de dados e eu quero ficar longe dele por um bom tempo antes de ter que recorrer a um plano mais caro. O importante na internet é garantir que o leitor possa <strong>ver</strong> a imagem que você quer mostrar.</p>
<p>A imagem que coloquei aqui, ficou com 29,4 kB em JPG e 393 kB em PNG e 152 kB em GIF. Mas, <strong>atenção!</strong>, os gráficos que coloquei aqui estão em PNG, e ficaram com 4,37 kB. Fiz um teste com JPG e, para conseguir a mesma nitidez, teria que ficar com 25,1 kB. </p>
<p>Bom é usar a ferramenta certa para cada problema&#8230; </p>
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		<item>
		<title>Survey para Threshold de imagens</title>
		<link>http://www.imagesurvey.com.br/2008/10/survey-para-threshold-de-imagens/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 17:02:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Bauermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Survey]]></category>
		<category><![CDATA[Limiar]]></category>
		<category><![CDATA[processamento de imagens]]></category>
		<category><![CDATA[threshold]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.imagesurvey.com.br/?p=213</guid>
		<description><![CDATA[Na semana passada escrevi sobre o Threshold e como usá-lo na segmentação de imagens. Hoje vamos falar sobre o quanto se usa esta ferramenta nos centros de pesquisa e em quais áreas ela tem sido aplicada e estudada. Este é o propósito dos surveys que publico aqui de tempos em tempos. A palavra threshold pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada escrevi sobre o <a href="index.php/2008/09/threshold-simples-e-funciona-mas-nao-para-todos/">Threshold e como usá-lo na segmentação de imagens</a>. Hoje vamos falar sobre o quanto se usa esta ferramenta nos centros de pesquisa e em quais áreas ela tem sido aplicada e estudada. Este é o propósito dos surveys que publico aqui de tempos em tempos.</p>
<p><span id="more-213"></span></p>
<p>A palavra <strong>threshold</strong> pode ser traduzida para o português como <strong>limiar</strong>, mas a forma em inglês ainda é mais usada. Como é uma palavra bem comum e pode ser aplicada em situações que nada têm a ver com processamento de imagens, adicionei o termo &#8220;image processing&#8221; a todas as pesquisas, para restringir a artigos que tratem de processamento de imagens digitais.</p>
<h2>No Google Acadêmico</h2>
<p>O <a href="http://scholar.google.com.br/">Google Scholar</a> apresentou <strong>32.500 artigos</strong>, com as palavras-chave em qualquer lugar do texto. Examinei um pouco os resultados e percebi que muitos deles simplesmente faziam menção ao método, sem que o trabalho apresentasse qualquer resultado em relação a ele. Provavelmente por ser um método tão comum, algumas pessoas encaram como obrigatória a sua menção na parte de revisão bibliográfica dos seus trabalhos.</p>
<p><img src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2008/10/andromeda-300x196.jpg" alt="" title="andromeda" width="300" height="196" class="alignright size-medium wp-image-217" /><br />
<em>Galáxia de Andrômeda, por <a href="http://www.flickr.com/photos/xamad/">xamad</a>.</em></p>
<p>Quando restringi a pesquisa para que os dois termos aparecessem no título, o número caiu para <strong>80 artigos</strong>. Este também não é um número que descreve a situação, pois muitas vezes os autores não listam, no título, todos os métodos que usaram.</p>
<p>Neste caso, as ferramentas do google para refinar a busca não foram suficientes para produzir um bom resultado.</p>
<h2>IEEE Xplorer:</h2>
<p>Usando as mesmas palavras chaves, em qualquer lugar do texto, o <a href="http://ieeexplore.ieee.org/Xplore/guesthome.jsp">IEEE Xplorer</a> revelou <strong>1.250 artigos</strong>.</p>
<p>Por causa do problema da menção ao threshold que já tratei no item anterior, usei as ferramentas de busca avançada para refinar um pouco. Mantive o termo &#8220;image processing&#8221; em qualquer lugar do texto, e coloquei a palavra threshold nos<em> termos de índice</em> (que são mais ou menos como tags). O resultado foram <strong>599 artigos</strong>.</p>
<p><img src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2008/10/face-300x214.jpg" alt="" title="face" width="300" height="214" class="alignleft size-medium wp-image-219" /><br />
<em>Imagem por <a href="http://www.flickr.com/photos/mike9alive/">Michel Filion</a>.</em></p>
<p>As aplicações variaram entre <strong>detecção de faces</strong>,  imagens de <strong>astronomia</strong>, identificação de <strong>texto</strong>, tratamento de <strong>ruído</strong> de imagens, <strong>compressão</strong> de imagens, <strong>imagens médicas</strong>, <strong>sensoriamento remoto</strong>, imagens <strong>oceânicas </strong>e várias aplicações industriais em campos diferentes.</p>
<p>Outra característica marcante deste método, é que ele normalmente não trabalha sozinho. É muito mais comum encontrá-lo <strong>associado a outras técnicas</strong>. Esta pesquisa revelou associação com métodos de detecção de bordas, <em>wavelets</em>, <em>fuzzy logic</em>, <em>neural networks</em> e operações morfológicas.</p>
<h2>Science Direct:</h2>
<p>No portal <a href="http://www.sciencedirect.com/">ScienceDirect</a> usei a palavra threshold no título, resumo e palavras-chave, e a expressão &#8220;image processing&#8221; em qualquer lugar do texto. Obtive <strong>1.020 artigos</strong>, com aplicações em <strong>medicina</strong>, engenharia de <strong>alimentos</strong>, avaliação da qualidade em <strong>processos industriais</strong>, sensoriamento remoto e outras similares às da pesquisa na IEEE.</p>
<p>Também foram apresentados 11 capítulos de livros, onde aparecem imageamento médico, automatizaçào de processos de medidas, processamento de <strong>vídeo</strong>, entre outros.<br />
A associação do threshold com outros métodos também apareceu como um fator marcante nos resultados desta pesquisa.</p>
<p><img src="http://www.imagesurvey.com.br/wp-content/uploads/2008/10/fingerprint-292x300.jpg" alt="" title="fingerprint" width="292" height="300" class="alignright size-medium wp-image-223" /><br />
<em>Fingerprint por <a href="http://www.flickr.com/photos/fazen/">fazen</a>.</em></p>
<h2>BNTD</h2>
<p>Na <a href="http://bdtd2.ibict.br/">Biblioteca Nacional de Teses e Dissertações</a> encontrei quatro trabalhos: um em sensoriamento remoto, um em <strong>identificação pessoal por biometria</strong>, um teórico em um com aplicação em controle de qualidade de processos industriais.</p>
<h2>Scielo</h2>
<p>No <a href="http://www.scielo.org/php/index.php">Scielo</a> a ferramenta de busca não é das melhores, tive que usar <em>threshold AND image AND processing</em>. Isto recuperou apenas <strong>5 artigos</strong> (este portal reúne revistas da América latina e parece mais voltado às ciências rurais e sociais, por isso os resultados são sempre mais escassos na área de PDI). Os artigos encontrados foram: um sobre segmentação de vasos sanguíneos, dois sobre <strong>sanidade de plantas</strong> de milho, um de uso de imagem como medidor de falhas em juntas coladas de madeira e um sobre cobertura do solo.</p>
<h2>SpringerLink</h2>
<p>A pesquisa no <a href="http://www.springerlink.com/home/main.mpx">SpringerLink</a>, com &#8220;image processing&#8221; em qualquer lugar no texto e threshold no resumo, retornou <strong>579 registros</strong> (entre artigos e capítulos de livro). Para não repetir as aplicações anteriormente, coloco aqui as que encontrei diferentes das pesquisas em outros portais. São elas identificação por <strong>biometria</strong>, <strong>encriptação de dados</strong> em imagens, medição de <strong>movimento</strong> e  monitoramento de <strong>tráfego urbano</strong>.</p>
<h2>Sem mais</h2>
<p>Isto encerra o survey de hoje.</p>
<p>Até mais!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Survey para matriz de co-ocorrência &#8211; um método de caractarização de texturas em imagens digitais</title>
		<link>http://www.imagesurvey.com.br/2008/09/survey-para-matriz-de-co-ocorrencia-um-metodo-de-caractarizacao-de-texturas-em-imagens-digitais/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 17:48:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriela Bauermann</dc:creator>
				<category><![CDATA[Survey]]></category>
		<category><![CDATA[GLCM]]></category>
		<category><![CDATA[imagens médicas]]></category>
		<category><![CDATA[matriz de co-ocorrência]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[sensoriamento remoto]]></category>

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		<description><![CDATA[Para o primeiro Survey escolhi o método de análise de imagens conhecido como Matiz de Co-ocorrência, do inglês cooccurrence matrix, muitas vezes também referido pela sigla GLCM (gray-level cooccurrence matrix). O motivo desta escolha foi ter encontrado o artigo de R. M. Haralick, K. Shanmugam e I. Dinstein, de 1973, entre os 100 artigos mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para o primeiro <em>Survey</em> escolhi o método de análise de imagens conhecido como Matiz de Co-ocorrência, do inglês <em>cooccurrence matrix</em>, muitas vezes também referido pela sigla GLCM (<em>gray-level cooccurrence matrix</em>). O motivo desta escolha foi ter encontrado o artigo de R. M. Haralick, K. Shanmugam e I. Dinstein, de 1973, entre os 100 artigos mais acessados da IEEE Xplorer, 35 anos depois de sua publicação.</p>
<p><span id="more-20"></span></p>
<p>No artigo em que os três pesquisadores descreveram este método de processamento de imagens não aparece o termo utilizado hoje, que só foi adotado na década seguinte. Num próximo post pretendo falar um pouco do seu funcionamento, mas por hora vamos ao Survey.</p>
<p>
<h2>Para as palavras-chave &#8220;cooccurrence matrix&#8221;, em setembro de 2008</h2>
</p>
<p><a href="http://www.scholar.google.com">Google Scholar</a> enumerou 1.010 artigos (este número é superestimado, já que este buscador repete alguns artigos, mas é interessante para comparar com ocorrências de outros métodos). 302 destes artigos são dos últimos 5 anos.<br />
O Google sugere ainda uma outra forma de grafia: &#8220;co-occurrence matrix&#8221;, mas esta não aparece nos portais de pesquisa das revistas, dando a entender que não seria aceito nas editoras como a forma correta.</p>
<p>O <a href="http://www.scielo.org">Scielo</a> não apresentou nenhuma ocorrência.</p>
<p>A <a href="http://bdtd2.ibict.br/">BDTD (biblioteca brasileira de teses e dissertações)</a> apresentou apenas uma ocorrência: uma tese de doutorado escrita em francês.</p>
<p>O <a href="http://www.sciencedirect.com/">ScenceDirect</a> enumerou 30 artigos: Um deles tratava de uma técnica com o mesmo nome, mas não relacionada ao processamento de imagens; 18 trabalhos eram essencialmente metodológicos, sem aplicação prática; 6 eram aplicados à medicina, 2 a controle de qualidade; 3 eram aplicados a sensoriamento remoto.</p>
<p>O <a href="http://ieeexplore.ieee.org/Xplore/guesthome.jsp">IEEE Xplorer</a> mostrou 98 artigos, a maioria de comprovação de validade ou melhoria no método. Entre as aplicações apareceram medicina, sensoriamento remoto, controle de qualidade e  biomedicina. Apareceram também algumas variações do termo que fazem referência a um método parecido, mas para imagens de vídeo.</p>
<h2>Para resumir</h2>
<p>Num apanhado geral nota-se que há mais pesquisas sobre o método em si e suas implicações teóricas do que sobre aplicações prática. No campo das aplicações a medicina, principalmente o diagnóstico por imagens, está em primeiro lugar, seguida pelo sensoriamento remoto.</p>
<p>Até mais!</p>
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